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Diretora Vice-Presidente do IBRAGESP tem dois trabalhos científicos aprovados no VI Congresso Brasileiro de Saúde Pública

  • Dois trabalhos científicos de Patrícia Lisboa Machado, Diretora Vice-Presidente e Administrativa do IBRAGESP, foram aprovados para o VI Congresso Brasileiro de Saúde Pública (CONBRASP), que ocorrerá em novembro de 2026.
  • Os estudos abordam a saúde mental dos povos indígenas no Brasil, focando nos desafios e perspectivas para uma assistência intercultural no SUS, e o acolhimento e suporte psicossocial a pais de crianças com transtornos psiquiátricos, sob a ótica da gestão em saúde.
  • A aprovação em um congresso da área de saúde pública visa promover a atualização acadêmica, a troca de experiências e o fortalecimento da produção científica sobre temas cruciais para a atenção à saúde mental e ao suporte a famílias.

Resumo gerado por ferramenta de Inteligência Artificial.

Pesquisas abordam saúde mental dos povos indígenas e acolhimento psicossocial de pais de crianças com transtornos psiquiátricos

A Diretora Vice-Presidente e Administrativa do Instituto Brasil de Gestão Pública – IBRAGESP, Patrícia Lisboa Machado, teve dois trabalhos científicos aprovados para o VI Congresso Brasileiro de Saúde Pública (CONBRASP), que será realizado de 9 a 12 de novembro de 2026, em formato 100% on-line. Os estudos foram aceitos na modalidade de resumo expandido e abordam temas relevantes para a saúde pública brasileira: “Saúde Mental dos Povos Indígenas no Brasil: Desafios e Perspectivas para uma Assistência Intercultural no SUS” e “Acolhimento e Suporte Psicossocial aos Pais de Crianças com Transtornos Psiquiátricos: Uma Análise Crítica sob a Perspectiva da Gestão em Saúde”.

O CONBRASP é um evento científico voltado a estudantes, profissionais e pesquisadores da área da saúde pública, com o objetivo de promover atualização acadêmica, troca de experiências e fortalecimento da produção científica. A programação prevê palestras, minicursos e apresentações de trabalhos, reunindo diferentes perspectivas sobre os desafios e avanços do setor. A aprovação dos estudos de Patrícia representa uma oportunidade de contribuir para o debate científico sobre questões que envolvem tanto a atenção à saúde mental de populações específicas quanto o acolhimento das famílias no contexto dos transtornos psiquiátricos.

“Receber a aprovação desses dois trabalhos é motivo de grande satisfação, pois são temas que exigem atenção, sensibilidade e compromisso com a qualidade da assistência em saúde. Precisamos ampliar o debate sobre a saúde mental, respeitando as particularidades culturais dos povos indígenas e reconhecendo também as necessidades das famílias que convivem com os transtornos psiquiátricos. Acredito que a produção e o compartilhamento do conhecimento são fundamentais para aprimorar a gestão em saúde e contribuir para práticas cada vez mais humanizadas”, destaca Patrícia Lisboa Machado.

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